segunda-feira, 18 de maio de 2015

Eu, Brasileira e Acreana ;*

Foto em Manaus - Rio Negro e Solimões 

https://youtu.be/IvHuXmWlYjQ

https://youtu.be/oRxg8R8w6as

RESUMO DA HISTÓRIA DO ACRE


Revolução Acreana foi a disputa pelo território do que hoje é o Acre entre Brasil, Bolívia e Peru.
No final do século XIX, a região que hoje conhecemos como estado do Acre passou por momentos de muita instabilidade. Três países tinham interesse no território: Brasil, Bolívia e Peru. O embate entre os três passou para o campo de batalha e gerou um conflito que durou aproximadamente quatro anos.
Os bolivianos que ocupavam a região foram expulsos e o governador do Amazonas, Ramalho Júnior, organizou uma invasão do território liderada pelo espanhol Luiz Gálvez Roreíguez de Arias. A expedição de Gálvez declarou o Acre como uma República independente em 1899. Mas o Brasil reconhecia o Acre como território boliviano, enviou então uma tropa para dissolver a Revolução Acreana.
A Bolívia decidiu reagir, organizou também uma expedição militar para conquistar o território. Foram, no entanto, os seringueiros que trabalhavam no local que impediram o avanço dos bolivianos. Para completar, o governador Silvério Néri, do Amazonas, enviou outra expedição de defesa que declarou pela segunda vez o Acre como uma República independente, em 1900. Rodrigo Carvalho assumiu o cargo de presidente.
Brasileiros e bolivianos, contudo, continuaram em guerra pela região. O avanço militar dos bolivianos fez com que a segunda República Acreana fosse dissolvida. Passara-se apenas um mês de sua declaração.
Já em 1902, Silvério Néri enviou um militar gaúcho, José Plácido de Castro, para reconquistar o território do Acre. A investida das tropas lideradas pelo gaúcho caracteriza especialmente a chamada Revolução Acreana. A nova expedição obteve grande sucesso e conquistou rapidamente toda a região. Em 1903 foi declarada pela terceira vez a República do Acre, mas dessa vez dois importantes indivíduos declararam apoio à independência, o presidente Rodrigues Alves e o Ministro do Exterior Barão do Rio Branco. O Acre foi ocupado então por um governo militar sob comando do general Olímpio da Silveira.
Os bolivianos mais uma vez tentaram reagir, novas tropas foram enviadas pelo general Pando. Todavia, a diplomacia brasileira não permitiu que combates significativos acontecessem nesta ocasião. Antes das batalhas, representantes dos governos do Brasil e da Bolívia se reuniram para assinar no dia 21 de março de 1903 um tratado de paz inicial. Ao final do mesmo ano, em 17 de novembro, o tratado definitivo foi assinado.
Tratado de Petrópolis estabeleceu o fim do confronto entre brasileiros e bolivianos pelo território do Acre. A negociação de paz foi muito bem conduzida pelo ministro Barão do Rio Branco e resultou na concessão, por parte da Bolívia, da região acreana. Em troca, o Brasil cedeu parcela do território do Mato Grosso e ainda pagou dois milhões de libras esterlinas. A Bolívia ainda requisitou a construção da ferrovia Madeira-Mamoré para permitir o escoamento da produção, especialmente marcada pela borracha.
No ano de 1904 o Tratado de Petrópolis foi regulamentado por lei federal e o Acre passou a fazer parte oficialmente do território brasileiro, mas somente em 1962 que o Acre foi considerado estado brasileiro.
Arquivado em: Brasil Republicano

EREA ACRE 2015 - Encontro Regional de Estudantes de Arquitetura e Urbanismo

   
A ideia parecia impossível para alguns e soava como lenda para outros, mas a realização de um encontro de arquitetura no Acre está prestes a se tornar realidade.
Acadêmicos do curso de Arquitetura e Urbanismo da União Educacional do Norte, além de alguns profissionais que apoiam a causa, cuidam dos últimos detalhes da organização do II Encontro Regional Norte de Estudantes de Arquitetura e Urbanismo, que será realizado de 25 a 30 de maio, em Rio Branco.
O Erea Acre 2015 faz parte da programação dos encontros organizados e promovidos pela Federação Nacional dos e das Estudantes de Arquitetura e Urbanismo (Fenea), cuja marca é o caráter amplo na abordagem de temas relativos a arquitetura e urbanismo, assim como seu ensino, pesquisa e extensão.
Os encontros promovidos pela Fenea têm como principal objetivo promover a troca de experiências e o debate entre os estudantes de arquitetura e urbanismo do país e de suas regionais.
Por serem momentos de grande concentração de pessoas, o resultado desse convívio gera diálogo aberto entre os diferentes estudantes e suas diferentes culturas e realidades.